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quinta-feira, 7 de abril de 2011
A busca no amanhã
Todos os dias saímos de casa para nossos trabalhos, estudos e lazer,
Todos os dias retornamos aos nossos lares pensando que o dia de amanhã será melhor que o de hoje.
Todos os dias pensamos, trabalhamos, estudamos e nos divertimos como se o amanhã
Vinhesse a ser a melhor de todas as odisséias de nossa vidas.
Nos esquecemos que o dia de hoje e o dia de amanhã é apenas uma tela em branco,
Que vai sendo pintada a cada sentimento vivido e retraído,
A cada gosto e desgosto experimentado.
Todos os dias sonhamos e desejamos que o amahã chegue bem depressa
E de repente plim! O amanhã chegou e tornou-se hoje.
Mas ao chegar o tão desejado amanhã/hoje,
Não realizamos nada ou quase nada.
Simplesmente por continuarmos nossa meta da busca do infinito, do impossível, do inatingível...
Quando na verdade rotineira de nossas vidas buscamos uma pequenina zona de conforto e conformismo,
Que apaga ou apazigua as derrotas internas nesta busca incessante pela felicidade do amanhã.
O sonho para o sono e o despertar para realizar,
A sede para água e a hidratação para as bocas que se abrem,
A fome para comer e a comida para nutrir.
A busca é apenas busca, quando não se sabe o que se quer do amanhã.
O sonho é só um sonho, quando não acordamos pela manhã.
O que nos acontece é um extrato de tudo o que buscamos:
Não no amanhã inatingível, mas no hoje que se deixou de ser vivido plenamente.
Sair de casa com uma meta no amanhã é excelente,
Mas sair de casa na certeza de realizarmos hoje o que na véspera tanto dejamos
É algo inconcebível para descrevermos com as palavras.
Acreditar em você e no Divino,
Acordar e realizar,
Espanar o pó das velhas ideias,
Tapar os ouvidos para as palavras loucas,
Calar a boca para não se ferir,
Amar para ser amado,
Ser útil para no mínimo realizar-se,
Aconchegar para ser aconchegado,
Sorri para espantar a tristeza,
Chorar para calar o ódio e a mágoa,
Pedir desculpas e sentir o alívio,
Recomeçar quando tudo parecer desabar,
Ser você, ser hoje e só hoje...
segunda-feira, 17 de maio de 2010
O FIM DAS COLIGAÇÕES PARA VEREADORES E DEPUTADOS
PEC 54/07
COMISSÕES / Constituição e Justiça
12/05/2010 – 17h19
Aprovada PEC que determina o sistema de voto majoritário para eleição de deputados e vereadores
Proposta que dá fim ao sistema de voto proporcional para deputados e vereadores foi aprovado nesta quarta-feira (12) pela Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ). Em seu lugar, o voto majoritário – com o qual são eleitos os senadores e os candidatos a cargos no Executivo, como prefeitos, governadores e presidente -seria o modo usado na escolha de todos os candidatos a cargos no Legislativo.
Os deputados estaduais e federais e vereadores eleitos seriam sempre, então, aqueles que viessem a obter maior número de votos, independente do desempenho global de seus partidos. É o que prevê a proposta de emenda à Constituição (PEC 54/07), do senador Francisco Dornelles (PP-RJ). Ele argumenta que a aplicação desse sistema, no lugar da eleição proporcional, evitará a ocorrência de situações “paradoxais” hoje comuns: a eleição de candidatos com poucos votos, na esteira de colegas do mesmo partido ou coligação que foram bem votados, e a derrota de outros que, mesmo com votação expressiva, não se elegem por não alcançarem o quociente eleitoral.
O relator, senador César Borges (PR-BA), manifestou-se pela aprovação do texto, com duas emendas. A PEC segue para o Plenário, onde será votada em dois turnos. Para vigorar, o texto também precisará da aprovação da Câmara dos Deputados.
Na escolha proporcional, adota-se um sistema de divisão de votos entre partidos e vagas. Para isso, os votos válidos em cada pleito são somados para a apuração do quociente eleitoral que determina o total de cadeiras a que cada partido ou coligação tem direito.
Para César Borges, a aplicação do sistema proporcional tem sido motivo de insatisfação crescente do eleitorado e da opinião pública. “O eleitor não entende e desconfia de um sistema que exclui candidatos bem votados, representativos nas suas comunidades, e que elege outros candidatos com pouca votação”, avalia. Por isso, ele defendeu o voto majoritário também para a escolha de vereadores e deputados.
Na análise, o relator observou que o sistema majoritário serviu no passado para “excluir minorias e tolher a disputa eleitoral” ao tempo do Brasil Imperial e na República Velha, devido ao enorme poder das oligarquias locais. Hoje, no entanto, ele diz que o país tem uma democracia “pujante e competitiva”, com diversos partidos e diferentes forças sociais competitivas.
Na prática, conforme o relator, o sistema atual é quem tem excluídos minorias e excluídos candidatos representativos, situados entre os mais votados, mas preteridos por candidatos de pouca votação que ganham vagas não em razão de “méritos próprios”, mas apenas pela vantagem do coeficiente eleitoral.
Gorette Brandão e Valéria Castanho / Agência Senado
terça-feira, 11 de maio de 2010
O OUTRO LADO DA HISTÓRIA DO POLÍTICO
é que ser político no Brasil é muito ruim,
1 - Ter que sorrir o tempo inteiro e ser agradável com todos;
2 - Contribuir com tudo o que é festinha;
3 - Aparentar compreensão com todos os assuntos e mostrar-se interessado nas pessoas e seus problemas;
4 - Beijar e abraçar pessoas sujas e fedidas durante a Campanha;
5 - Tomar cachaça no botequim;
6 - Comer em cumbuca de margarina, farinha e carne seca, só para agradar o possível eleitor;
7 - Tolerar fanequitos de pessoas descontroladas em praça pública, só para não queimar o seu filme com o eleitorado;
8 - Salários muito baixos, em torno de R$ 4.000,00 - só para ser vereador,
Se prefeito em torno de R$ 10.000,00;
9 - Cota para combustível e vestuário;
10 - Mostrar o que fez no período que antecede a campanha aos seu eleitorado;
11 - Discussar em posse de Associação de Bairros, Sindicatos e outros;
12 - Inaugurar obras e placas de obras pela cidade;
13 - Gastar dinheiro com faixas, placas, letreiros, carros de som parabenizando pelo dia do trabalhador, dia das mães, dia dos pais, dia da árvore, dia do palhaço, dia do circo etc;
14 - Acenar continuamente para as pessoas por onde passa, com medo de não ser reconhecido pelas ruas;
15 - Participar de vez em quando de eventos sindicais, mas só de vez em quando, para não desagradar a base governista;
16 - Colocar-se sempre a disposição do eleitorado para qualquer coisa, mas esquivar-se e mandar um ACESSOR PARLAMENTAR;
17 - Perder noites de sono em eventos sociais, bebendo e comendo as custas do contribuinte;
18 - Elaborar projetos para melhorar a saúde financeira do Estado;
19 - Nãso ter férias nunca, pois sempre é possível conquistar um possível eleitor;
20 - Enfim, não ter estabilidade no emprego e ter que de quatro em quatro anos buscar o voto do povo e fazer tudo de novo.
Entendam que é muito difícil e só tem desvantagens, o melhor mesmo é ser funcionário público, pois tem estabilidade e salário fixo e não passa por essas agonias do serviço político. Viram que é melhor e menos cansativo o nosso trabalho em prol da nação???
Roberto Penides
11/05/2010
segunda-feira, 19 de abril de 2010
terça-feira, 2 de março de 2010
O direito de ser quem sou
quarta-feira, 24 de fevereiro de 2010
Reflexões sobre a situação política de Camaragibe
Talvez a maior parte de nós não tenhamos a aproximação com as leis, masinão nos custa quase nada OBSERVAR O QUE ELES ESTÃO FAZENDO POR NÓS, nem só de requerimentos vive um vereador, pois o cidadão comum, como eu e você pode e deve requerer junto a administração pública o calçamento de ruas, a reforma de escolas e postos de saúde.
ACREDITEM MUDAR É PRECISO, mas as mudanças tem de vir do povo, tem de vir de gente honesta e compromissada com você e com sua cidade! A apatia e a descrença política em nosso país é comum, é quase como um quarta-feira de cinzas, onde a ressaca nos aperta e temos de "tomar um engove" para aliviar o fígado baleado do álcool enrrolatício das palavras dos tomadores do leite e do pão de nossas crianças. Eu sei que existem políticos honesto, sérios e compromissados, mas onde eles estão escondidos? enfim VOTO NÃO TEM PREÇO TEM CONSEQUÊNCIA!
quinta-feira, 4 de fevereiro de 2010
Agora a vaca vai pro brejo
Entendemos que a verdade dos fatos deve ser explicada ao povo camaragibense e a socicedade pernambucana, que de forma arbitrária e nunca antes vista neste cidade, a atual gestão, vem tornando difícil a vida dos funcionários públicos municipais com uma prática de dar um tal de abono pecuniário, onde aqueles que não atingiram o atual salário mínimo vigente em janeiro do corrente ano estão recebendo um complemento de salário de até R$ 45,00. Vale salientar que quem antes recebia R$ 465,00 passou a receber R$ 465,00, ou seja, todos as vantagens calculadas continuam como base o mínimo de fevereiro de 2009. Vergonhosamente, propaga-se uma inverdade e contra fatos não há argumentos que possam ser rebatidos!
Roberto Penides